Mostrando postagens com marcador Conselho de Direitos Humanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Conselho de Direitos Humanos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Vaticano diz que os Homofóbicos são as verdadeiras vítimas da intolerância

Mau-caratismo causa esquizofrenia e desassociação de conceitos básicos. Olha a nova dos asseclas de Dona Benta, e justo no Conselho de Direitos Humanos da ONU:
Cardeal Ratzinger liderou a Santa Inquisição
(C ongregação para a Doutrina da Fé) por anos
antes de ser escolhido como Papa Bento XVI

O Vaticano afirma que as pessoas que demonizam pessoas LGBT estão sendo atacadas por causa de suas crenças.
Quem disse isso foi o Arcebispo Silvano Tomasi no conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas na terça-feira (22):
“Pessoas estão sendo atacadas por não estarem de acordo com o comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo. Quando eles expressam suas crenças morais ou crenças sobre a natureza humana… eles são estigmatizados, e pior – eles são difamados, e julgados.
Esses ataques são violações dos direitos humanos fundamentais e não podem ser justificados em nenhuma circunstância”.
Fonte: G.Online
http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_24777.htm

quarta-feira, 9 de março de 2011

No 100 º Dia Internacional da Mulher, ONU faz balanço de conquistas e desafios


Aproveitando a celebração do 100° aniversário do Dia Internacional da Mulher (08/03) funcionários das Nações Unidas lembraram as conquistas das mulheres ao longo dos anos e fizeram um alerta para os desafios que ainda permanecem.
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que, em muitos países, mulheres e meninas continuam sofrendo discriminação e violências inaceitáveis, dizendo que “em casa e na escola, no trabalho e na comunidade, muitas vezes ser mulher significa ser vulnerável”. Ban também observou que, enquanto mais mulheres em mais países estão assumindo seu lugar legítimo nos postos de decisão, menos de 10% dos países têm mulheres como Chefes de Estado ou de Governo.
A Diretora Executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, destacou os ganhos das mulheres nos últimos 100 anos, principalmente na conquista dos direitos, mas afirmou que as esperanças de igualdade expressadas no primeiro Dia Internacional da Mulher, cem anos atrás, ainda estão longe de serem alcançadas. “A força, a produção e a sabedoria das mulheres continuam sendo os maiores recursos inexplorados da humanidade”, disse Bachelet. “Não podemos esperar mais cem anos para libertar esse potencial.”
A Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, dedicousua mensagem aos papéis corajosos que as mulheres têm desempenhado nas recentes manifestações pacíficas no Norte da África e no Oriente Médio, lembrando que em momentos de transições históricas é importante assegurar que os direitos das mulheres não sejam postos de lado e que sejam tratados como prioridade.
Ressaltando os avanços feitos na saúde das mulheres e meninas, como reformas na idade mínima de casamento e de consentimento sexual, aborto seguro, contracepção e no progresso para acabar com violência sexual, a Diretora Geral da Organização Mundial de Saúde(OMS) Margaret Chan também lembrou os desafios a serem enfrentados. Entre eles estão as altas taxas de HIV entre mulheres, o aumento do consumo de tabaco e outras formas de violências relacionadas ao gênero, ressaltando que a falta de educação afeta negativamente a fertilidade, as taxas de tabagismo e a prevenção ao HIV.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Conselho de Direitos Humanos ordena inquérito sobre violência na Líbia

Foto do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Crédito: ONU/ACNUDH.
Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas acaba de condenar veementemente a recente violência na Líbia e ordenou um inquérito internacional sobre os supostos abusos ocorridos no país. Em resolução adotada por unanimidade no final de uma sessão especial realizada hoje (25/02) em Genebra, o Conselho de 47 membros também pediu ao governo líbio que cumpra com sua responsabilidade de proteger sua população e que cesse imediatamente com todas as violações dos direitos humanos. O Conselho também pediu que o Governo parasse com todos os ataques contra civis, respeite a vontade popular, e as aspirações e reivindicações de seu povo.
Na abertura da sessão, a Alta Comissária para os Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay, pediu uma ação urgente para acabar com a violência na Líbia e que os autores de tais atrocidades fossem responsabilizados, advertindo que a repressão aos manifestantes está piorando. “É preciso fazer mais. Encorajo a todos os atores internacionais que tomem as medidas necessárias para parar o derramamento de sangue”, afirmou, acrescentando que, de acordo com algumas fontes, milhares podem ter sido mortos ou feridos durante a semana passada.
“Embora os relatórios ainda sejam incompletos e difíceis de verificar, uma coisa é dolorosamente clara: a repressão na Líbia de manifestações pacíficas está aumentando de forma alarmante com assassinatos em massa, prisões arbitrárias, detenções e torturas de manifestantes. Tanques, helicópteros e aviões militares estão sendo usados indiscriminadamente para atacar os manifestantes”, apontou.
“O líder líbio deve parar a violência agora”, disse a Alta Comissária sublinhou, lembrando que a Líbia é um membro do Conselho de Direitos Humanos e se comprometeu a respeitar os direitos
humanos, e é também um Estado-Parte de vários tratados internacionais de direitos humanos. Pillay lembrou ainda que sob a lei internacional “qualquer funcionário, em qualquer nível, que ordenar ou realizar atrocidades pode ser penalmente responsável e que os ataques generalizados e sistemáticos contra a população civil podem constituir crimes contra a humanidade”.
Testemunhas dentro e fora da Líbia vêm descrevendo cenas de horror, Pillay disse aos delegados. Forças líbias estão atirando em manifestantes e transeuntes, fechando bairros e atirando de telhados. Eles também bloqueiam as ambulâncias para que os feridos e mortos sejam deixados nas ruas. Relatos de hospitais indicam que a maioria das vítimas foi baleada na cabeça, no peito ou no pescoço, sugerindo execuções arbitrárias e sumárias, disse a Alta Comissária. “Imagens das quais não foi possível verificar a origem parecem retratar a escavação de valas comuns em Trípoli”, acrescentou.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Conselho de Direitos Humanos da ONU condena atuação violenta das autoridades na Líbia

Renata Giraldi
Da Agência Brasil 
Em Brasília



A 15ª sessão extraordinária do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, que ocorreu hoje (25), em Genebra (Suíça), foi marcada por críticas severas à violência e às denúncias de crime contra a humanidade na Líbia. A comunidade internacional condena a forma como o governo líbio reage às manifestações de protesto no país. A reunião foi convocada a pedido do representante da Hungria em nome da União Europeia, mas também obteve apoio do Brasil e de outros integrantes do órgão.
Recentemente, o conselho se reuniu para discutir questões referentes aos territórios ocupados da Palestina, no Líbano, em Darfur, no Congo, em Mianmar e no Sri Lanka. A crise alimentar mundial, a econômica e a financeira, além do apoio para o processo de recuperação do Haiti também foram debatidos. Em dezembro, houve última sessão quando se analisou a situação dos direitos humanos na Costa do Marfim.
Durante a sessão, a alta comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, alertou sobre a responsabilidade das autoridades líbias – sob comando do presidente da Líbia, Muammar Gaddafi – nos atos de violência registrados nos últimos dias no país. Segundo Pillay, há indícios de crimes contra a humanidade, violação de direitos humanos e repressão à liberdade de expressão.
Relatos informam que houve bombardeios em bairros da capital da Líbia, Trípoli, e na segunda maior cidade do país, Benghazi. Há, ainda, informações de que pelo menos 600 pessoas morreram em decorrência de conflitos entre manifestantes e policiais. Desde o último dia 15, há protestos no país contra o governo de Khadafi. No poder há quase 42 anos, Khafafi insiste em permanecer no comando.
Para convocação da sessão de hoje, países que também passam por momentos de turbulência interna, como o Qatar, a Tunísia e a Turquia, defenderam as discussões. Ao mesmo tempo, o Conselho de Segurança das Nações Unidas analisa a possibilidade de aprovar sanções à Líbia como forma de pressionar o governo Khadafi a suspender as reações aos protestos e negociar com os manifestantes.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/02/25/conselho-de-direitos-humanos-da-onu-condena-atuacao-violenta-das-autoridades-na-libia.jhtm


Titular da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, falou ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, nesta segunda-feira, em Genebra, em sessão que contou com ministros de vários países.
Maria do Rosário Nunes Maria do Rosário abriu a intervenção comentando "o compromisso da presidente Dilma Rousseff" com os direitos humanos. Ao se referir à crise política no norte da África e Oriente Médio, a ministra disse que "é preciso evitar estereótipos" para entender as diferentes realidades dos países árabes. Segundo ela, "Nenhum governo se sustentará pela força e pela violência. Nenhum povo suportará, em silêncio, a violação de seus direitos fundamentais." 
Acompanhe o discurso.
Tempo Total: 13'29''

http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/192638.html

Postagem em destaque

A importância do Ponto de Referência

O ÂNGULO QUE VOCÊ ESTÁ, MUDA A REALIDADE QUE VOCÊ VÊ Joelma Silva Aprender a modificar os nossos "pontos de vista" é u...