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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Escala de afinação 440 Hz e 432 Hz

A maioria das músicas em todo o mundo foi afinada para 440 Hz desde que a Organização Internacional de Normalização (ISO) endossou a mudança em 1953. As redescobertas recentes da natureza vibratória/oscilante do universo indicam que este padrão internacional contemporâneo pode gerar um efeito insalubre ou anti-comportamental social na consciência dos seres humanos.


A= 432 Hz, conhecido como de Verdi 'A' é uma afinação alternativa que seja matematicamente consistente com o universo. Música baseada em 432 Hz transmite energia de cura benéfica, por que é um tom puro de matemática fundamental para a natureza. Há uma teoria de que a mudança de 432 Hz a 440 Hz foi ditada pelo ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels. Ele a usou para fazer as pessoas pensarem e sentirem de uma certa maneira, e para torná-las prisioneiras de uma certa consciência. Em seguida, por volta de 1940 os EUA introduziram 440 Hz em todo o mundo, e, finalmente, em 1953, tornou-se o 16-padrão ISO.

 O que é 440 Hz?

440 Hz é a freqüência de sintonia padrão não natural, removendo da simetria das vibrações e tons sagrados e que declarou guerra contra à mente subconsciente do homem ocidental. Em um artigo intitulado "Musical Cult Control", Dr. Leonard Horowitz escreve: "A característica desta indústria musical é que, ao expor a população a essa freqüência, ela passa a apresentar mais agressividade, agitação psicossocial e sofrimento emocional, que predispõe as pessoas a doença física." Você apenas tem que sair na rua e dar uma olhada ao redor. O que você vê? Miúdos da escola, adultos jovens em seu caminho para o trabalho, uma mulher empurrando seu bebê em um carrinho de bebê, um homem passeando com seu cachorro - e o que todos eles têm em comum? iPods ou MP3 Players! Engenhoso, não é?

"Se você quiser encontrar os segredos do universo, acho que em termos de energia, freqüência e vibração." Nikola Tesla

Os poderes que estão reduzindo com sucesso as vibrações não só a geração mais jovem, mas o resto de nós também. Estas freqüências destrutivas arrastam os pensamentos para interrupção, desarmonia e desunião. Além disso, eles também estimulam o órgão de controle do corpo - o cérebro - em ressonância desarmônica, que em última análise cria doença e da guerra.

A diferença entre 432 Hz e 440 Hz. Ouvi-lo, compreendê-lo



"Esta freqüência antinatural padrão tuning (440 Hz), retirado da simetria das vibrações e tons sagrados, declarou guerra contra a mente subconsciente do homem ocidental - LC Vincent

O Poder Oculto da Freqüência Universal e Vibração

Freqüência e vibração são extremamente importantes e têm um poder ainda desconhecido em nossas vidas, nossa saúde, nossa sociedade e nosso mundo. A ciência da Cymatics (ou seja, o estudo do som visível e vibração) prova que freqüência e vibração são as chaves mestras e a base organizacional para a criação de toda a matéria e vida neste planeta. Quando as ondas de som se movem através de um meio físico (areia, ar, água, etc), estruturas são criadas pelas ondas sonoras que passam por esse meio particular.

Para entender melhor o poder de freqüência de som, assista ao vídeo incrível abaixo:




"Se alguém deseja saber se um reino é bem governado, se sua moral são bons ou maus, a qualidade de sua música vai fornecer a resposta." Confúcio

A música tem um poder oculto para afetar as nossas mentes, nossos corpos, os nossos pensamentos e nossa sociedade. Quando a música é baseada em um padrão de afinacão propositadamente removidos dos harmônicos naturais encontrados na natureza, o resultado final pode ser o envenenamento psíquico da mente da humanidade. Como Kymatica Documentário diz, o conhecimento redescoberto da ciência do som mostra que o som é algo mais do que meros sinais vibratórios, não só o som interage com vida, mas a sustenta e a desenvolve. Ele atua como um canal de intenção consciente entre as pessoas, sociedades e civilizações inteiras.

http://www.whydontyoutrythis.com/2013/08/440hz-music-conspiracy-to-detune-good-vibrations-from-natural-432hz.html



sábado, 26 de junho de 2010

África - Os Leões se movem



26/06/2010


Relatório oferece visão otimista sobre economias africanas

The New York timesCelia W. Dugger

Johannesburgo (África do Sul)



A África costuma ser retratada como um lugar de guerras, doença e pobreza, com uma caneca de esmola estendida para o mundo. Um novo relatório mostra um retrato bem mais otimista de um continente com economias em crescimento e uma classe consumidora em expansão que oferece aos investidores internacionais grandes taxas de retorno no mundo em desenvolvimento.


Num relatório divulgado na quinta-feira, a firma de consultoria McKinsey & Company apresentou uma mensagem esperançosa às companhias, argumentando que “os negócios globais não podem se dar ao luxo de ignorar esse potencial.”


“O crescimento que vimos na África recentemente é bem mais espalhado do que se reconhece normalmente”, disse Arend van Wamelen, autor do relatório que trabalha para a McKinsey em Johannesburgo, e que aconselha as companhias locais e internacionais a investirem na África. “Há muitas coisas boas subjacentes acontecendo na economia.”


O relatório, intitulado “Lions on the Move” [“Leões em Movimento”], inclui uma variedade de fatos interessantes levantados pela área de pesquisa de empresas e economia da consultoria, a McKinsey Global Institute. Desde 2000, 316 milhões de pessoas do continente se inscreveram em serviços de telefonia celular, mais do que a população inteira dos Estados Unidos; a população de um bilhão de habitantes da África gastou US$ 860 bilhões, mais do que a população de 1,2 bilhões da Índia.


De 2000 a 2008, as economias africanas cresceram duas vezes mais rápido do que nos anos 80 e 90. Além disso, a África foi uma entre as duas regiões – a Ásia é a outra – onde a economia coletiva subiu durante a recessão global de 2009, em 1,4%.


Num sinal claro de reorientação da paisagem econômica na África, a China forneceu mais financiamento para estradas, eletricidade, ferrovias e outras obras de infraestrutura nos últimos anos do que o Banco Mundial.

E num sinal do aumento da segurança, o número de conflitos sérios nos quais mais de mil pessoas morriam anualmente caiu de uma média de 4,8 por ano na década de 90 para 2,6 por ano nos anos 2000, informou o relatório.


Muitos defensores da democracia, dos pobres e das pessoas com Aids provavelmente ofereceriam uma visão menos cor-de-rosa dos persistentes problemas da África, mas os autores do relatório da McKinsey admitem que o continente como um todo fez um progresso sólido nos fundamentos econômicos.


Com frequência, o crescimento econômico da África é visto como resultado do aumento dos preços de sua riqueza em recursos naturais – petróleo, ouro, platina e diamantes, entre outros recursos. Como exemplo disso, os três maiores produtores de petróleo do continente – Argélia, Angola e Nigéria – receberam US$ 1 trilhão em exportações de petróleo de 2000 a 2008, comparados com US$ 300 bilhões nos anos 90, descobriu o relatório.
Mas os pesquisadores da McKinsey também concluíram que o aumento nos preços dos recursos naturais responderam por cerca de um quarto do aumento do crescimento econômico nos anos 2000.


O crescimento econômico acelerou em 27 das 30 maiores economias do continente, tanto nas mais ricas em recursos quanto nas mais pobres, descobriram os pesquisadores. Aquelas que possuem uma grande riqueza natural cresceram cerca de 5,4% por ano no mesmo período, enquanto que as que não possuem tantos recursos cresceram em 4,6%.


A McKinsey atribuiu a expansão econômica da África ao aumento dos preços dos commodities, maior estabilidade política auxiliada por uma redução dos conflitos violentos, melhora no desempenho macroeconômico e reformas econômicas voltadas para o mercado.


A inflação coletiva da África caiu para 8% depois de 2000, de 22% nos anos 90. Os déficits orçamentários caíram de 4,6% para 1,8% do PIB. O setor privado emergiu. O investimento estrangeiro direto aumentou de US$ 9 bilhões em 2000 para US$ 62 bilhões em 2008.

“Obviamente, há lugares que vão muito mal”, disse Wamelen. “Não ignoramos isso. Mas no conjunto, se você observar o número de pessoas na pobreza, verá que esses números estão caindo drasticamente. A distribuição de renda está lá.”


Algumas das tendências demográficas elogiadas no relatório podem acabar se tornando espadas de dois gumes. Em 2040, estima a McKinsey, a África terá 1,1 bilhão de pessoas em idade de trabalhar, mais do que a China ou a Índia. Mas mesmo agora, a África do Sul, uma das economias mais dinâmicas do continente, não está crescendo rápido o suficiente para absorver todos os jovens que entram no mercado de trabalho – nem fornecendo a eles uma educação que possa formá-los para o mercado de trabalho.

De fato, o relatório observa que a África tem conseguido colocar muito mais crianças na escola, mas que precisa fazer mais, dando a elas uma educação de qualidade.


O relatório também observa que a África está se urbanizando em ritmo acelerado. O continente tem agora 52 cidades com mais de 1 milhão de habitantes, mais do que o dobro do que tinha nos anos 90 e o mesmo número que existe na Europa Ocidental. O relatório reconhece que as cidades podem produzir favelas miseráveis, mas também sustenta que elas aumentam a produtividade dos trabalhadores, a demanda e o investimento.


“Se a África puder fornecer a educação e as habilidades de que seus jovens precisam, esta grande força de trabalho poderia responder por uma fatia significativa tanto do consumo quanto da produção mundial”, afirma o relatório.

Tradução: Eloise De Vylder

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Zoológico inaugura Espaço Abaré para divulgar cultura indígena



Desde a última quarta-feira, 10, no Zoológico de São Paulo, todo dia é dia de índio. Considerado um desafio até então, o trabalho com a temática indígena nas atividades do parque se tornou possível com a inauguração do Espaço Abaré, sonho que se tornou em realidade graças à equipe da Educação Ambiental do parque. A grande oca, que reúne objetos, informações, e imagens de vídeo relacionados às mais de 200 etnias indígenas do Brasil começou a tomar forma há menos de um ano, quando a Fundação Parque Zoológico conquistou a parceria da Cia. Cacique de Café Solúvel para a realização.

"Foi uma coincidência de interesses", afirmou o presidente da Fundação Zoológico de São Paulo, Paulo Bressan, na cerimônia de apresentação do novo local. Ele explicou que a intenção de ter uma área dedicada à cultura indígena já contava pelo menos cinco anos. "Desde que conheci dona Marina e a sua preocupação de que o acervo que tem em casa (reunido pelos irmãos Villas Bôas) não se perca e seja do conhecimento das pessoas", disse, referindo-se à viúva do sertanista e indigenista Orlando Villas Bôas. "O Zoo quer fazer parte dessa história como divulgador", completou.

Marina Villas Bôas e o filho Noel prestigiaram a inauguração do espaço, que ajudaram a elaborar. "Eles tiveram papel fundamental na nossa pesquisa", conta a bióloga da equipe de Educação Ambiental do Zoo, Sabrina Romano.

Noel se disse agradecido pelo convite para a participação no projeto. Segundo ele, ao atendê-lo ficou muito feliz por encontrar uma equipe bem preparada e envolvida. "Acho muito bom que se tenha esse espaço aqui, pois possibilita uma visão da relação desses povos com os animais", destacou. Para Marina Villas Bôas, o Abaré proporciona ao povo o conhecimento da cultura indígena e da história. "A gente não pode esquecer as nossas raízes", concluiu ela.

Diversidade

O esforço de criação do Abaré, que em tupi-guarani significa amigo, teve como base a proposta de abordar variados aspectos da cultura indígena para resgatar um pouco da história do povo brasileiro. "A principal mensagem que a gente quer passar é a do respeito pela diversidade biológica e cultural", diz a bióloga Sabrina Romano.

Ela conta que o objetivo principal da nova atração educativa do Zoo é disseminar esse conhecimento e destacar a forma como o índio se relaciona com o meio ambiente: "Que é mais sensata, mais harmônica", afirma. Para isso, a equipe "mergulhou no universo indígena, por meio de intensa pesquisa em livros, vídeos, lojas autorizadas de artigos confeccionados por índios e no contato com a família Villas Bôas.

O resultado pode ser visto nos painéis que discorrem sobre o que é ser índio, quantas etnias há no Brasil, a relação dos povos com a natureza, entre outros aspectos. Tudo isto está disposto na frente da oca, cujo interior é cenário para diversos artefatos usados pelas mais diversas etnias. São peças de caça e pesca, de cerâmica, adornos, utensílios femininos e masculinos, além de instrumentos musicais, brinquedos e cestaria.

Um vídeo, também na parte interna, apresenta a estrutura das sociedades indígenas, por meio das relações com as crianças e com o trabalho, por exemplo. Atrás da oca foi criada uma minirroça com espécies produzidas e consumidas pelos índios, como mandioca e urucum.

Faz parte ainda da iniciativa a visita monitorada Resgatando a nossa história, que propõe a valorização dos costumes dos índios, a compreensão de suas formas de comunicação, de organização social, de uso da terra e dos recursos naturais. Ela pode ser agendada por escolas e grupos na Divisão de Ensino e Divulgação do Zoo. "Nesse passeio, destacamos os animais que têm nomes indígenas. É o caso do tamanduá, que significa comedor de formigas", ensina Sabrina.

Serviço
Fundação Parque Zoológico - Avenida Miguel Stéfano, 4.241
Telefone 5073-0811 - Aberto das 9 às 17 horas
De terça-feira a domingo - Fechamento da bilheteria: 16 horas
Abre às segundas-feiras somente em feriado ou véspera
Agendamento de grupos pelo telefone 5073-0811- ramais 2119/2049

Da Agência Imprensa Oficial

Obs: Este é um grande exemplo de respeito à diversidade cultural do nosso povo brasileiro. Apenas acho estranho apresentar isso no Zoológico. De qualquer forma, louvável é essa atitude! Desejo registrar isso, para que mostremos como é possível respeitar as diferenças, conhecendo-as.

Você tem dúvidas?
http://formspring.me/jocianenegrao

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