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domingo, 4 de outubro de 2015

Benzedeiras, Religiões Afro-brasileiras e o caldeirão cultural brasileiro.


Vi, e vivi a realidade das benzedeiras desde menina. Minha bisavó e tias avós benziam.
E apesar disso, minha avó, mãe , tias  e primas diretas não quiseram aprender. Minha bisavó e tias avós morreram sem deixar sucessoras. E hoje, como médica e adepta das religiões afrobrasileiras, sinto-me herdeira delas.
Ao longo dos anos, o trabalho que elas faziam foi desprezado, perseguido pelos padres, pastores, médicos e até vizinhos, que não gostavam de ter ao lado um benzedor, macumbeiro...
Cresci vendo e ouvindo os contos irônicos, que ridicularizavam o árduo trabalho delas. Também conheci alguns benzedores homens, poucos, mas muito procurados.
Por certo, a maioria eram mulheres, e brancas. Negras, quando benziam, eram chamadas de macumbeiras.
Todas rezavam, normalmente, orações católicas. Todas usavam o terço, e tinham uma mesa onde colocavam imagens de santos católicos, acendiam velas, e as ervas. Ainda pequena, eu conseguia reconhecer poucas coisas, arruda e alguns galhinhos estranhos...
Via também copo com água, sal grosso, facas, tesouras, paninhos que elas costuravam com agulha e linha branca, e mandavam enterrar no cupim, lá no pasto. 
Reencontrei esses paninhos, anos depois, com o nome de patuás!
Reencontrei a arruda novamente, no terreiro de Umbanda,  nas mãos dos Pretos Velhos. Eles também usavam o terço e rezavam as mesmas orações. Também usavam o copo com água e as velas.
Diante dessas similaridades, minhas experiências infantis despertaram-se em forma de curiosidade. Como foi que essas duas realidades se cruzaram??? Como foi que minha bisavó e suas companheiras partilharam o mesmo lugar que os Pretos Velhos, sem nunca terem ido ao terreiro? 
Então, eu me lembrei de um quadro de uma senhora linda, pisando as águas do mar, cheia de flores nos seus pés. Esse quadro estava na parede da casa de minha avó, filha da bisa benzedeira Mãe Chica. Como foi que Yemanjá foi parar na casa de minha avó católica? 
Lembrei-me do que dizia meu professor de história: "...para entender qualquer fato, primeiro veja o contexto histórico." E lá fui eu, buscar alguma explicação que acalmasse minha necessidade de justificativas.
A região onde nasci foi região de escravos, pois cultivava café, gado. Além deles, tinha indígenas, na maioria Tupi-Guaranis, sangue que também corre nas minha veias (minha tataravó era indígena), e mais tarde, recebeu colonos italianos para a lavoura.  Seus sobrenomes europeus evidenciavam ser, na maioria cristãos novos, judeus sefaradis. Enfim, uma mistura bem interessante. 
Obviamente, o mediterrâneo recebeu grande influencia do povo árabe (mouros). E é notório que os povos árabes também dominaram alguns povos africanos, que chegaram ao Brasil como escravos, séculos depois. Portanto, a influência religiosa pode ter sido duplamente influenciada. Com a mistura das tradições no Brasil colônia, o catolicismo, o Islamismo, a Magia europeia e a tradição religiosa africana, resultaram em uma mistura muito profícua, um caldo rico e fértil, que formou a religiosidade brasileira. 
Obviamente, que um povo como o nosso, não se enquadraria em rígidos valores. 
A religiosidade do brasileiro transita sem conflitos. Exclusividade é uma palavra usada para aqueles que desejam hegemonia. Mas nós brasileiros, criados expostos desde pequenos a uma multiculturalidade impressionante, desenvolvemos uma capacidade adaptativa que impede a compreensão desta palavra. 
Vejo hoje o esforço de incutir na consciência do brasileiro esses limites. 
Contudo, basta ir a um terreiro, para perceber que não está dando certo. Lá encontraremos pessoas oriundas de todas as religiões, que, embora não se identifiquem como umbandista/candomblecista, vão e vêem sem dificuldade e sem dramas. Entram, recebem bençãos e voltam para seus lares e suas religiões tradicionais. Se forem perguntadas pelo Censo ou algum repórter, dirão em sua maioria, que pertencem à alguma religião monoteísta tradicional. Mas isso quer dizer que são menos ou mais religiosos? Não. Apenas não se sentem na obrigação de frequentar somente aquela religião tradicional, acreditam que não há nada demais em ir de vez em quando no terreiro ou na Roça de Candomblé. 
O que assistimos agora é a chegada de uma onda de intolerância religiosa explícita e estimulada pelos evangélicos, que agora exigem fidelidade ao Senhor, e combate aos hereges/infiéis/pecadores das religiões afro-brasileiras. Todo o esforço é direcionado ao combate incessante às religiões afro-brasileiras... 
O que vemos é a tentativa de retirar do povo brasileiro suas referências africanas. A cultura do povo negro, sua história e suas tradições são demonizadas, colocadas na periferia, na marginalidade. Tudo é relegado ao descrédito e ao demérito. 
Mas como negar que o sangue negro corre nas minhas veias, assim como o sangue europeu, o o sangue judeu, e até mesmo o mouro e o indígena? Sendo brasileira, como afirmar que sou pura em meu DNA, que não tenho a mistura fantástica da miscigenação e do sincretismo? 
Eu sou o resultado de séculos de uma mistura fabulosa de culturas, de credos, de cores e sabores.
Se eu guardo na memória as louvarias da Congada, dos Santos Reis, das Festas populares, guardo também as orações católicas, as ladainhas, os benzimentos. 
Se vejo hoje, o reconhecimento, ainda que tardio, do trabalho das benzedeiras, como vi o reconhecimento das parteiras dos nossos rincões, espero ver ainda nesta vida, o reconhecimento do árduo trabalho dos nossos Pais e Mães de Santo, que em seus terreiros/roças/templos/tendas, aliviam dores físicas, psíquicas e sociais de milhões de pessoas anualmente, mas que ainda sofrem a violência da intolerância religiosa.













Cidades habilitam benzedeiras como agentes de saúde pública
http://www.paulopes.com.br/2012/05/cidades-reconhecem-benzedeiras-como.html#.VhCv8rRViko


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O quanto Judas e Pilatos temos sido?

A globalização da indiferença

A definição do papa Francisco descreve o naufrágio de Lampedusa

por Claudio Bernabucci — publicado 14/10/2013 03:36



O que aconteceu em Lampedusa não é digno da Europa”, declarou Cecilia Malmstrom, sueca, responsável pela Comissão Europeia para Assuntos Internos, ao aterrissar na ilha siciliana. Seis dias depois que o mar, a poucos metros da costa, engoliu 350 náufragos africanos provenientes da Líbia, a lúgubre conta dos cadáveres recuperados supera o número de 300. Muitas as crianças e as mulheres, algumas delas grávidas. O último e penosíssimo descobrimento dos mergulhadores da Marinha foi o corpo de uma criança ainda ligada pelo cordão umbilical ao ventre da mãe. Quem entra naquele barco transformado em tumba marinha não volta como antes à vida de todos os dias, porque o abismo do horror mexe indelevelmente nas profundezas da alma.
Antes de serem religiosamente alinhados em caixões marrons e brancos no enorme hangar da Aeronáutica, os corpos são acumulados no cais do porto, em modernos sacos plásticos verdes e azuis, mas que, nesta circunstância, lembram tristemente vulgares sacos de lixo. Seres descartáveis. Nós e eles, separados, raças distintas, outros destinos, aqui no coração do Mediterrâneo como em qualquer outro lugar do mundo. Em São Paulo como em Nova York.

Os sobreviventes estão em condições miseráveis, literalmente amontoados no centro de hospitalidade para clandestinos, perenemente subdimensionado pelas trágicas emergências. Chove e está começando o frio na Sicília. Muitos dormem debaixo de uma folha de plástico ou madeira, ao ar livre, como na mais miserável favela do Terceiro Mundo.

É nesse clima de desespero que a delegação de mais alto nível da União Europeia, guiada pelo presidente Manuel Barroso, pisa na ilha na quarta-feira 9. As palavras da comissária sueca e o pedido de perdão aos sobreviventes do premier italiano Enrico Letta, ajoelhado em frente aos caixões brancos das crianças, não bastam para aplacar os ânimos dos lampedusianos. Nesta ilha paradisíaca que com frequência se transforma em inferno, mais próxima da África do que da Sicília, eles se sentem abandonados desde sempre. Os políticos de Bruxelas ou de Roma realizam frequentes visitas e fazem bonitas declarações à imprensa, que quase nunca são seguidas pelos fatos.
Quem se defronta com a tragédia são sempre os mesmos: pescadores e habitantes de Lampedusa. Desta vez, o vibrante protesto dos insulanos parece interpretar fielmente o sentimento daquela parte da Europa ainda digna, quando gritam “Vergonha, assassinos!” na cara de Barroso, Malmstrom, Letta e Alfano, o vice-premier italiano que acumula a pasta do Interior. Apossaram-se da reação indignada do papa Francisco, que, profético, já em julho deste ano falou da “globalização da indiferença” em sua visita à ilha.
A bem da verdade, é preciso reconhecer que a pior tragédia da imigração clandestina no Mediterrâneo se consumou por um misto de fatalidade e ignorância, além das responsabilidades políticas fundamentais. A dinâmica do naufrágio permanece incerta, mas parece que a poucas centenas de metros da maravilhosa Praia dos Coelhos, na costa de Lampedusa, o motor do velho barco parou. Era ainda noite e, para chamar a atenção dos pescadores que navegavam a distância, alguns incautos a bordo teriam posto fogo em suas roupas. Daí o incêndio que provocou o pânico entre os 500 clandestinos e fez virar o barco superlotado. Em poucos instantes desceu ao fundo de 50 metros e se transformou em tumba para centenas de infelizes.
Os primeiros a prestar socorro aos 155 clandestinos que conseguiram se manter à tona foram um barco privado e outros de pesca, mas não faltaram acesas polêmicas entre italianos depois da tragédia: os náufragos contaram que antes do incêndio se aproximou um barco aparentemente para prestar socorro. Os pescadores a bordo, depois de constatar que os náufragos eram clandestinos, mudaram a rota e sumiram na escuridão. Faltavam poucos metros para a salvação, mas a indiferença vingou mais uma vez.
Facilitada, neste caso, pela perversa lei italiana sobre imigração. Inspirada pela direita xenófoba e racista nos anos do governo Berlusconi e que leva o nome do então presidente da Câmara Fianfranco Fini e de quem à época liderava a Liga Norte, Umberto Bossi. Por ela, a clandestinidade é crime e, por consequência, persegue penalmente também aqueles que prestam socorro aos “criminosos”.
Fortalecido pela vitória contra Berlusconi, Enrico Letta promete a eliminação da lei. O Senado respondeu, no mesmo dia 9 de outubro: a Comissão de Justiça votou pela abolição do delito de clandestinidade. Mas o problema não é só italiano, evidentemente. A Itália, nos últimos anos, por causa de seus graves problemas de emprego desta lei que ameaça e repele, não tem sido mais o destino dos clandestinos, para tornar-se país de trânsito para as mais prósperas regiões do Norte.
As guerras civis e as gravíssimas turbulências políticas que afligem Síria, Somália, Eritreia, Líbia e Egito estão provocando uma onda gigante, e irresistível, de prófugos que procuram amparo em países ricos e pacíficos. Não obstante a proximidade e a facilidade de acesso às suas fronteiras mediterrâneas, a Europa conservadora das últimas décadas, concebida como uma fortaleza a ser defendida, não criou uma política migratória única. Os Estados continuam titulares de políticas e ações muitas vezes contrastantes. Tudo indica que à Itália e à Espanha foi delegado implicitamente o papel de cão de guarda meridional, com base na filosofia de que é melhor um afogado longe dos próprios olhos do que um refugiado em casa.

A imensa tragédia de Lampedusa, que tem provocado comoção incomum entre os europeus honrados, parece representar um turning point para as políticas migratórias do continente. Os burocratas de Bruxelas e vários governos estão anunciando mudanças radicais nas escolhas da política, adequada, pelo menos em sentido mais humanitário. Resta ver, nos próximos meses, se a inversão de rota será cumprida ou se tudo mudará para se manter sempre igual.

 http://www.cartacapital.com.br/revista/770/a-globalizacao-da-indiferenca-6775.html

Para saber mais, leia:

Lei Bossi-Fini (Berlusconi): http://www.cartacapital.com.br/revista/770/esta-lei-e-um-crime-6210.html 

http://hypescience.com/pessoas-religiosas-agem-por-compaixao-menos-que-ateus-e-agnosticos/

PS:

Estes textos vieram esclarecer minha surpresa e indignação diante desta tragédia. Somente corpos inocentes são capazes de levar à reflexão a multidão apática e egoísta.
A Itália, berço do Catolicismo, berço do Império Romano, que bebeu suas fontes na Cultura Helênica, fonte da Filosofia e de grandes matématicos. Platão, Aristóteles, Sócrates... Este povo que enche as praças do Vaticano, que reza e se ajoelha. Piedoso?
Acho que nosso maior problema é confundir riqueza com civilização. Povos ricos como o povo italiano escreveram as piores páginas da história da humanidade. Ex? São tantos: Inglaterra, França, Alemanha, Portugal, Espanha...
Como é que eu poderia esperar compaixão de um povo que dizimou milhões de indígenas, que comprou e vendeu escravos, que queimou milhares na fogueira da inquisição, que assistiu embevecida, e inebriada leões devorando homens, mulheres e crianças no Coliseu? 
Voltar no tempo... esse é o segredo para se compreender o incompreensível. 
E de repente, um calafrio percorreu minha coluna...
Quantas dessas atitudes temos presenciado dia após dia, e continuamos inebriados, ignorando e justificando?
Quantos sofrem ao nosso lado, nossos irmãos, sejam de sangue, ou de ideais? E fingimos não ver, porque naquele momento, exatamente naquele momento, era inconveniente? Quantos Judas e Pilatos temos sido?

sábado, 30 de março de 2013

Sal grosso: passado e presente




"E você pensou que era só misticismo? É não, veja!"
SAL GROSSO CIENTIFICAMENTE PROVADO SAL GROSSO - ONDA VIOLETA
Quem diria! O Sal grosso tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta! Interessante!!! Por isso que funciona... Aproveitem! Os Poderes do Sal Grosso

O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes.
Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas.
O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas.
Ele tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos
Visto ao microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.

As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa, por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias, já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmoura.

A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.

A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite, no quarto, para que o sono não seja perturbado.

Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos).
Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas:

Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.

Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada.

A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.

Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.

Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal.

Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra.

Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver.

No Japão, o sal é considerado poderoso purificador.
Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora.

Símbolo de lealdade na luta de sumô.
Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade. Use esse poderoso aliado!

É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético!

Modo de tomar o banho de sal grosso

Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha.

Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo.

Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias.

Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante.

O famoso banho de assento, com água morna e bicarbonato de sódio, é excelente para a higiene íntima, pois evita infecções.

Mas no banho, o único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado.
Uma opção que agrada muitas pessoas é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha.
Não são aconselháveis banhos frequentes com o sal.
Dê preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro.

Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso. •

Fisiológicos:
Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus.
Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde
Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades.
Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações.
Ajuda a aliviar artrite e reumatismo
Ajuda a aliviar a dor lombar crônica

Benefícios estéticos:
Tira as impurezas da pele
Alivia irritações da pele como psoríase /eczema.
Alivia comichão, ardor e picadas.
Suaviza e amacia a pele• Incentiva a pele se renovar.
Ajuda a curar as cicatrizes.
Restaura o equilíbrio a umidade da pele.

Ocupacional:
Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna
Alivia a tensão nas mãos e punhos.
Ajuda a aliviar lesões ocorridas nas práticas esportivas.

Psicofísica:
Proporciona um relaxamento profundo
Ajuda a aliviar o estresse e tensão

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

III Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas


América Latina : Processos civilizatórios e crises do capitalismo contemporâneo
Período: 27 a 31 de agosto de 2012
Local : Campus da UERJ - Maracanã

O Núcleo de Estudos das Américas convida professores, alunos e comunidade para participarem do III Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas sob o tema Américas – O III Congresso  será realizado no período de 17 a 21 de setembro de 2012, no Campus da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), sob o tema: América Latina : Processos civilizatórios e crises do capitalismo contemporâneo.
O III Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas visa a reunir a comunidade acadêmica brasileira e estrangeira para discutir questões relevantes sobre os processos sociais, econômicos, políticos e culturais das Américas. Pretende também ampliar os estudos sobre Pluriculturalidade, Etnicidade, Religião e Cosmovisões, além de fortalecer os estudos sobre as identidades locais, regionais e nacionais.
O III Congresso será realizado no Campus UERJ. A Universidade oferece seus  espaços acadêmicos para a apresentação de  Comunicações, Pesquisas e outros trabalhos acadêmicos, visando a ampliar os debates, discussões e   diálogos que contribuam para o fortalecimento da cidadania, da liberdade de expressão, tolerância e solidariedade entre as diversas culturas.

  Temas

•          Economia, Mercado , Integração e Globalização
•          Sociedades Pluriculturais, Etnicidade e Identidade.
•          América Antiga - identidade, representações culturais e historiografia.
•          Movimentos Sociais – Imigrações,Terra e Poder.
•          Religiões, Religiosidade e Cosmovisões.
•          Gênero e identidade - igualdade e diferenças
•          Educação – Ética e Políticas Públicas.
•          Direitos Sociais e Ambientais, Cidadania e Políticas Afirmativas.
•          Centroamérica e Caribe – Expressões Políticas Sociais e Culturais.
•          América Andina – Revoluções Populares e mitos revolucionários
•          Pensamento Latinoamericano – séculos XIX/XXI
•          Saúde, Políticas Públicas e Medicina Tradicional.

Informações e inscrições:
Profa. Elizabeth Nazareth ou Prof. Paulo Roberto dos Santos:  e-mail: congressonucleas@gmail.com
Consultas dirigir-se a Coordenação Geral do III Congresso Internacional do NUCLEAS : Tel/Fax:            (55-21) 2334-0157 begin_of_the_skype_highlighting            (55-21) 2334-0157      end_of_the_skype_highlighting       ou pelo e-mail: c

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