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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

VI Congresso FTU - Itanhaém


PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira (12/12)
21hs: Palestra Teologia do Ori e Bará
  • Francisco Rivas Neto (diretor da FTU)
23hs: Encerramento

Sábado (13/12)
10hs: Mesa sobre Exu e Pomba-gira
  • Profa Ms. Érica Jorge, Prof Ms. Rodrigo Garcia e Prof Esp. Antonio Luz (FTU)
11:30hs: Palestra Etnobotânica das Religiões Afro-brasileiras
  • Prof Dr. Yuri Tavares (USP)
12:30hs: Almoço
14hs: Mesa Teologia Afro-brasileira
  • Profa Ms. Maria Elise Rivas e Profa Ms. Érica Jorge (FTU)
15:30hs: Divulgação do livro Religiões Afro-brasileiras
  • Prof Dr. João Luiz Carneiro (FMU)
15:45hs: Intervalo
16hs: Mesa Teologia da Tradição Oral
  • Francisco Rivas Neto (diretor da FTU e sacerdote)
  • Profa Ms. Maria Elise Rivas (FTU)
  • Prof Dr. João Luiz Carneiro (FMU)
17:30hs: Oficina Teologia da música Afro-brasileira
  • Prof Esp. José Roberto Silva
  • Graduando em Teologia e Ogã de terreiro Thales Rivas
19hs: Palestra de Encerramento Questões de Gênero nas Religiões Afro-brasileiras
  • Profa Ms. Maria Elise Rivas
20hs: Encerramento

Inscrições:
http://www.eventick.com.br/vi-congresso-ftu

terça-feira, 4 de novembro de 2014

TUO em Itanhaém. Convite!



A TUO de Itacuruçá renascendo em Itanhaém!  Durante anos, funcionou concomitante com a OICD em São Paulo. Mestre Yapacani para Mestre Araphiagha, de Pai Guiné para Velho Payé. Esta foto é uma marco para a Raiz de Guiné, ao qual pertenço, sob as bençãos de meu Pai e meu Avô de Santé. 
Convido a todos para participarem deste dia memorável! E que as Santas Almas do Cruzeiro Divino nos acobertem sempre!
Salve Cabocla Estrela do Mar! 

Obaositalá


sábado, 18 de outubro de 2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Curso de Especialização em Teologia das Religiões Afro-brasileiras - FTU


Você já pensou em fazer uma pós-graduação lato sensu (especialização) em teologia afro-brasileira?

Além de São Paulo, onde o curso já funciona, a FTU está abrindo turmas PRESENCIAIS em outros estados do país.


Polos já confirmados: São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba!
Próximos polos: Porto Alegre e Brasília

Maiores informações: joao.carneiro@ftu.edu.br

Módulos que serão ministrados:

1. ESCOLAS DAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS (Toré, Xambá, Babassuê, Tambor de Mina, Catimbó (Jurema), Terecô, Pajelança, Batuque, Candomblé de Caboclo, Umbanda e suas variações, Candomblé e suas variações).

2. VIVÊNCIAS DA TRADIÇÃO ORAL: CULTURA, IDENTIDADE E MÚSICA NAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS (tradição oral, formação do campo religioso afro-brasileiro, identidade e diversidade, musicalidade sacra afro-brasileira -com os vários toques e instrumentos sagrados que a compõem)

3. SOCIEDADE, GÊNERO E RELIGIÃO ( fenômeno religioso como “construto social” e como “formador de significados” (Peter Berger), o poder (Max Weber e Michel Foucault), relações entre religião e poder, espaço público, gênero, sexualidade)

4. ETNOMEDICINA E MEIO-AMBIENTE NAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS (“Ori”, “Bará”, doença e saúde, Medicina Oficial Acadêmica, Medicina Integrativa, Meio-Ambiente, Ervas como fonte de curas naturais e sobrenaturais, sustentabilidade)

5. METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR (capacidade de análise teológica integrativa entre pensamento, linguagem, escrita e prática científica)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Relatório da ONU 2014: Desenvolvimento não é acompanhado de avanços sociais.

Novo relatório da ONU diz que o desenvolvimento conquistado nos últimos 20 anos não pode ser sustentado a menos que os governos enfrentem as desigualdades que afetam os mais pobres e marginalizados 

• O número de pessoas vivendo na pobreza extrema em países em desenvolvimento caiu drasticamente, de 47% em 1990 para 22% em 2010
• Por outro lado, muitos dos cerca de 1 bilhão de pessoas que vivem nos 50 / 60 países pobres ficam estagnados, enquanto o resto do mundo está mais rico
Nações Unidas, Nova York — O crescimento das desigualdades pode fazer retroceder os ganhos significativos em saúde e longevidade alcançados nos últimos 20 anos. Para sustentar esses ganhos, o Relatório Global das Nações Unidas sobre a CIPD para Além de 2014, lançado no último dia 12, argumenta que os governos devem aprovar e cumprir leis que protejam os mais pobres e marginalizados, incluindo as garotas adolescentes e mulheres vítimas da violência, bem como as populações rurais. 
O relatório é a primeira revisão verdadeiramente global do progresso, lacunas, desafios e questões emergentes relacionados ao marco da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), realizada em 1994 no Cairo, Egito. O documento reúne dados de 176 países, incluindo insumos da sociedade civil e ampla pesquisa acadêmica. Os resultados fornecem fortes evidências que confirmam o foco inovador do Programa de Ação do Cairo, colocando os direitos humanos e a dignidade individual no coração do desenvolvimento.
“Um compromisso fundamental com a dignidade individual e os Direitos Humanos é a base de um futuro resiliente e sustentável”, disse o Diretor Executivo do UNFPA, Dr. Babatunde Osotimehin. “Não podemos esperar outros 20 anos para resolver as desigualdades que assolam o nosso bem-estar coletivo. A hora de agir é agora. Os ganhos do desenvolvimento não devem ser limitados aos mais afortunados; eles devem alcançar todas as populações”.
O relatório mostra claramente que o Programa de Ação do Cairo contribuiu significativamente para o progresso tangível: menos mulheres estão morrendo na gravidez e no parto; o atendimento por profissionais qualificados durante o parto aumentou em 15% em todo o mundo desde 1990; mais mulheres têm acesso à educação, trabalho e participação politica; mais crianças estão indo para a escola; e menos garotas adolescentes estão tendo filhos. O ritmo de crescimento da população também diminui, em parte como resultado da nova abordagem que enfatiza a tomada de decisão individual e voluntária em questões populacionais.
Ele também mostra que este sucesso não está alcançando a todas e todos igualmente. Nas comunidades mais carentes o status das mulheres, as mortes maternas, o casamento infantil e muitas das preocupações da Conferência do Cairo observaram pouco progresso nos últimos 20 anos, e, de fato, estão piorando em alguns casos.
Garotas adolescentes, em particular, estão em risco nas comunidades mais pobres. Mais garotas estão terminando o ensino fundamental, mas estão encarando novos desafios para acessar e completar o ensino médio. Isso é problemático para todos porque as adolescentes e jovens – se tiverem acesso à educação, incluindo educação em sexualidade, e oportunidades de emprego – podem apoiar um maior desenvolvimento e crescimento econômico. Capitalizar suas aspirações requer um profundo investimento em educação e saúde reprodutiva, permitindo-lhes ter filhos mais tarde e adquirir uma formação para uma vida longa e produtiva em uma nova economia.
“Nós precisamos fazer a nossa parte para proteger o direito de acesso das adolescentes aos serviços de saúde sexual e reprodutiva”, disse Dr. Osotimehin. “O relatório fornece evidências convincentes de que a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos são fundamentais para o alcance do bem-estar individual, menor crescimento da população e crescimento econômico sustentável. Para garantir que as mulheres tenham uma participação no futuro, os governos devem fazer valer os direitos de garotas adolescentes”.
O relatório também conclui que a comunidade global ainda precisa fazer mais para proteger os direitos das mulheres, mesmo para além da adolescência. Ganhos significativos têm sido alcançados, particularmente em relação à morte materna, que diminuiu quase a metade (47%) desde 1994. No entanto, em uma das declarações mais alarmantes, o relatório diz que uma em cada três mulheres no mundo ainda relatam que sofreram abuso físico e/ou sexual e há áreas onde muitos homens admitem abertamente o estupro sem ter que enfrentar as consequências. Além disso, em nenhum país as mulheres são iguais aos homens em termos de poder político ou econômico.
Estes resultados fornecem uma base sólida de evidência de que, para manter os ganhos do desenvolvimento, os governos devem promulgar e aplicar leis que eliminem as desigualdades de gênero. De acordo com o relatório, 70% dos governos disseram que a igualdade e os direitos são prioridades para o desenvolvimento.
O relatório complete esta disponível aqui (somente em inglês): http://unfpa.org/public/home/sitemap/ICPDReport
http://www.unfpa.org.br/novo/index.php/716-desenvolvimento-erra-o-caminho-ao-ignorar-equidade-direitos-e-saude-da-mulher-alerta-onu

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Vestibular 2014 FTU - Seja um Teólogo com ênfase nas Religiões Afro-brasileiras! Única Faculdade reconhecida pelo MEC.

PROCESSO SELETIVO 2014

Inscrições 
01/10/2013 a 12/12/2013
Segunda a sexta das 10h às 20h 

Provas/Vestibular
Sábado - 14/12/2013
Horário: 13h às 17h 

Matrículas
1ª chamada - 16 e 17/12/2013
2ª chamada - 18/12/2013
Horário: 10h às 20h

Início das aulas
17/02/2014

Mais informações

(55 11) 5031-8852
faculdade@ftu.edu.br

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