"Somos todos viajantes de uma jornada cósmica, poeira de estrelas, girando e dançando nos torvelinhos e redemoinhos do infinito. A vida é eterna. Mas suas expressões são efêmeras, momentâneas, transitórias." Deepak Chopra

sábado, 24 de dezembro de 2011

Pai Gomes participa do Fórum Internacional Permanente!

http://religiaoediversidade.blogspot.com/2011/12/contribuicao-do-pai-gomes-para-o-forum.html

Mãe Izildinha participa do Fórum Internacional Permanente

http://religiaoediversidade.blogspot.com/2011/12/contribuicao-da-mae-izildinha-para-o.html

Mãe Derci participa do Fórum Internacional Permanente

http://religiaoediversidade.blogspot.com/2011/12/contribuicao-da-mae-derci-para-o-forum.html

Bispo em MS proíbe participação de integrantes do candomblé em missa

23/12/2011 17h30 - Atualizado em 23/12/2011 17h41
http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2011/12/bispo-em-ms-proibe-participacao-de-integrantes-do-candomble-em-missa.html


" Religiosos das matrizes africanas não podem assistir missa em grupo.
Bispo vai permitir a lavagem da escadaria, mas igreja estará fechada.


Lavagem da escadaria pode ser mantida
(Foto: Divulgação/ Prefeitura de Corumbá)
Os religiosos das matrizes africanas estão proibidos de participar, em grupo, da Santa Missa na Igreja Matriz de Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande. A medida, que afeta principalmente os praticantes de candomblé na cidade, é uma decisão do bispo diocesano Dom Martinez Alvarez. A lavagem das escadarias, feita depois da celebração, será mantida, mas feita somente após o fechamento das portas da igreja.
Participação dentro da igreja foi vetada
(Foto: Divulgação/ Prefeitura de Corumbá)

Há sete anos, os integrantes das religiões das matrizes africanas  assistem a Santa Missa, vestidos com as roupas tradicionais, sentados nos primeiros bancos da igreja. Após a celebração, eles saíam e lavavam a escadaria da igreja. Agora, esta participação foi vetada.
Dom Martinez Alvarez, o bispo que está há sete anos na diocese da cidade, afirma que não há possibilidade de voltar atrás na decisão. A lavagem das escadas está liberada, porém a igreja não abrirá as portas durante a cerimônia. “Não tivemos reunião com ninguém, decidimos proibir a entradas dos religiosos na Santa Missa”.
O padre da igreja, Flávio Vieira, afirma que a decisão não representa um preconceito. “É uma questão teológica e doutrinária, não se trata de exclusão; pelo contrário cada doutrina deve se fortalecer naquilo que ela é”, afirma o pároco.
Para o presidente da Associação Corumbaense das Religiões de Matrizes Africanas do Pantanal e Região (Acorema) e delegado das religiões de matrizes sul-africanas do Centro Oeste, Clemílson Pereira Medina, a decisão vai contra a unificação das religiões.
“Nosso objetivo não é só lavar as escadarias, e sim, participar da missa e passar uma mensagem de união e paz para todos. Vamos conversar e evitar que essa regressão pela luta do preconceito seja feita”.

Medina conta ainda que participou da Conferência Nacional de Direitos Humanos em Brasília e voltou da reunião com um documento que será entregue ao bispo da igreja. “Nós reunimos 109 assinaturas de delegadas da conferência e irei tentar um diálogo para que o bispo volte atrás na decisão”.
Tradição
O sociólogo Paulo Cabral afirma que a igreja católica iniciou o diálogo entre as religiões no final do século XX e que a tradição da lavagem das escadarias faz parte da cultura brasileira. “Essa postura da igreja católica é uma medida que revela um viés altamente conservador e que nega a dimensão do diálogo entre as religiões”.
Segundo o sociólogo, a tradição de lavar as escadas da igreja católica com água de cheiro começou nos anos 70 na Bahia. “A expressão mais característica dessa interação é a lavagem da escadaria do nosso senhor do Bonfim da Bahia”. A cerimônia é realizada no estado baiano todo dia 13 de janeiro e inspirou a tradição em Corumbá que acontece no dia 30 de dezembro."
PS: Dá ou não dá uma boa discussão?


7 Divas Negras - Lenda das Sereias (Ao vivo no TCA, Salvador, 8 dezembro 2010)

Alaíde Costa, Daúde, Margareth Menezes, Mart´nália, Luciana Mello, Rosa Marya Colin e Mariene de Castro cantando Lenda das Sereias no TCA em Salvador. O show foi pra comemorar o lançamento do DVD Mães D' Água - Yèyé Omó Ejá, proporcionado pela Fundação Cultural Palmares e pelo Ministério da Cultura. 8 de dezembro de 2010



sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Obatala Babafururu / Babalú Aye - Afrocuba.ru - Russia

Obatala - Santeria Cubana

Obatalá Babafururu / Babalú Ayé performed by group Raices Afro-Cubanas at OpenCinema 2008 in St.Petersburg, Russia

Contribuição do Pai Olavo Solera para o Fórum Internacional Permanente

http://religiaoediversidade.blogspot.com/2011/12/contribuicao-do-pai-olavo-solera-para-o.html


SEXTA-FEIRA, 23 DE DEZEMBRO DE 2011

Contribuição do Pai Olavo Solera para o Fórum Internacional Permanente



Como já é comum à minha pessoa, quando preciso escrever sobre um tema, busco na etimologia da palavra a tradução da mesma, e melhor, o caminho que devo trilhar.

A palavra DIVERSIDADE , do latim DIVERTERE, significa: "voltar-se em diferentes direções",   DIS = "para o lado" e VERTERE = "virar-se".

Desta forma meus amigos, ao sentar para escrever este texto sobre a diversidade nas religiões afro-brasileiras, deparei-me com duas vertentes que vivem em mim:  a do discípulo praticante, e a do acadêmico - teólogo.

Ao  olhar para estas diferentes situações, reconheci  em mim  a diversidade,  e se existe em mim, existe fora de mim. Sendo assim, o mesmo respeito que tenho para comigo passo a ter com os demais, sejam diferenças econômicas, sociais ou religiosas.

Acredito que isso é olhar para diferentes direções, sem pré-conceitos, sem discriminações, reconhecendo que as próprias religiões afro-brasileiras  mostram-se diversas em seus Cultos de Nação, as vertentes da Umbanda, o Catimbó, o Terecô, o Xambá, o Tambor de Mina, o Babassuê, o Batuque e muitos outros.
Minha vivência nas religiões afro-brasileiras inicia-se com Pai Rivas - Mestre Arhapiagha em 1979, e continua até hoje.

Iniciado por ele em 1983, caminho por esta estrada há 34 anos. Foi ele que me ensinou a reconhecer o diferente como algo bom, e se é bom tem que ser para todos.

Desta forma a diversidade nas religiões afro-brasileiras passaria a ser reconhecida pelas constantes ressignificações e mudanças,  tal qual a vida.

O respeito incondicional levará a todos à substituir o EU pelo NÓS, e quando chegar este dia  Orixá, Ancestral , Natureza e Homem, serão uma só unidade...

Mestre Ygbere
Discípulo de Pai Rivas - Mestre Arhapiagha


Diálogo pela diversidade:Pai Medeiros (São Paulo - Brasil)

http://religiaoediversidade.blogspot.com/2011/12/dialogo-pela-diversidadepai-medeiros.html

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Confiram o novo Blog das Religiões Afro-brasileiras!

http://religiaoediversidade.blogspot.com/


Um sonho realizado

http://abaara.blogspot.com/2011/12/um-sonho-realizado.html


Um sonho realizado...


Gostaria de participar aos amigos a grande alegria de realizar um sonho, fruto de muitos anos de trabalho. Busco  mostrar a todos a oportunidade que a FTU - Faculdade de Teologia Umbandista -  possibilitou a mim e a muitos outros alcançarem  uma graduação no meio acadêmico.
A aproximação da Academia, Religião e Religiosidade Popular propiciada pela FTU, tornou possível à grande massa dos excluídos obter condições de igualdade nesta sociedade desigual.
A FTU, com certeza, é um marco nas religiões afro brasileiras, pois possibilitou a  formação de pessoas com uma nova consciência política, social, econômica e espiritual, levando à sociedade como um todo, novas posturas no pensar, sentir e agir.
Agradeço ao Pai Rivas Neto - Mestre Arhapiagha -  que, corajosamente, decidiu tornar o sonho de uma humanidade melhor em realidade.
Assim, veiculo a imagem de meu diploma de Teólogo Umbandista, bem como a chancela do mesmo pela Universidade de São Paulo-USP.

Convido os amigos a conhecerem os site da Faculdade de Teologia Umbandista:ftu.edu.com.br

Ygbere - Osvaldo Olavo Ortiz Solera

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

Pedro Siqueira - um médium católico!

CCE_SP CONVIDA: Diáspora Africana no Afrolab, com Damien Marassa e Julio Moracen




Diáspora Africana no Afrolab

Data 6 dez | Horário 19h às 22h | Local Ilu Oba de Min. Al. Eduardo Prado, 342 - Campos Elísios, São Paulo, SP | Imagem do evento Caldeirão do Negão. Mateus Mondini. Projeto REGISTRA CCE_SP 2011 | + info: http://bit.ly/sHgWpN
Patricia I. A. 

No dia 6 de dezembro, a partir das 19h, haverá um novo encontro AFROLAB. Essas reuniões são autogestionadas pelos participantes da redes de artistas, empreendedores e produtores negros, promovidos pelo programa Afrodescendentes do CCE_SP. Nesta ocasião, teremos uma Roda de Conversa, aberta e gratuita, sobre a Diáspora Africana que contará com a participação do afroamericano Damien Marassa e do cubano Julio Moracen, ambos pesquisadores nessa área.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Profa. Irene Dias na FTU!

TRADIÇÃO ORAL E RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS EM DIÁSPORA


Dia 06/12, terça-feira, 21h na FTU

Professora Irene Dias

Possui graduação (1986), mestrado (1988) e doutorado em Teologia pela Pontifícia Facoltá Teológica dell' Itália Meridionale; e graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (1999); especialização Lato Sensu em Educação Ambiental (2009) e Educação a Distância(2010) pelo SENAC. É professora titular da Pontifícia Universidade Católica de Goiás onde coordena o curso de pós-graduação stricto sensu em Ciências da Religião. Desenvolve pesquisas sobre multiculturalismo, etnicidade, religião e violência. Possui artigos e livros sobre os temas de suas pesquisas.
Público-alvo: docentes, discentes e demais interessados pela cultura afro-brasileira.
Será emitido certificado de participação .
Valor R$ 15,00 (simbólico, em virtude dos custos com a emissão do certificado e despesas com o uso do espaço)

Secretaria instala comitê para promover diálogo entre religiões diversas

Da Agência Brasil

Brasília – A ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, instalou hoje (30) o Comitê de Diversidade Religiosa, com o objetivo de facilitar o diálogo entre representantes de diferentes religiões e entre pessoas que não têm religião. Na mesma solenidade, a ministra lançou a Campanha de Combate à Intolerância Religiosa, com oslogan “Democracia, Paz, Religião – Respeite”.
Segundo a ministra, é preciso considerar com igualdade e respeito o protagonismo e a importância de todas as religiões. "São essas diversidades que levam o Brasil e a ser este país multirreligioso e multiétnico”, disse ela.

De acordo com a monja budista Coen de Souza, em comparação com outros países, o Brasil é menos intolerante em relação à religião, embora ainda haja muitos problemas com a diversidade religiosa no país. Para ela, o processo de tolerância precisa ser cuidado agora. "Isso não podemos negar: somos diferentes, sim, mas temos que trabalhar juntos para o bem comum.”
Uma iniciativa como esta fortalece o respeito e a diversidade no Brasil, disse Célia Gonçalves de Souza, do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial. "Para nós, o comitê representa um novo olhar para uma velha realidade. Um espaço como esse privilegia o direito e o respeito às diferenças religiosas sem que essas diferenças signifiquem tratamento desigual", acrescentou . Essa iniciativa fortalece o respeito e a diversidade do nosso país, Célia Gonçalves de Souza, do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial.
O processo que culminou na instalação do Comitê de Diversidade Religiosa teve início em 2003 e envolveu representantes de diversas religiões, cultos e crenças. As primeiras ações resultantes da ação entre a secretaria e as instituições religiosas foram a Cartilha da Diversidade Religiosa e o vídeo Direitos Humanos e Diversidade Religiosa. Esse trabalho resultou ainda na criação do Centro de Referência da Diversidade Religiosa e da Coordenadoria da Diversidade Religiosa, ligada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos.

Edição: Nádia Franco